Quem somos

O Verdemaçã – Café

O Verdemaçã – Café é um estabelecimento onde poderá disfrutar de um ambiente moderno e confortável, que ao mesmo tempo lhe oferece um pouco da história da cidade, pois toda a arquitectura interior e respectivos elementos construtivos estão preservados de acordo com o edificado original.

Neste “Café” oferecemos experiências gastronómicas diversas, com ênfase para a cozinha tradicional portuguesa, bem presente na nossa ementa e nos nossos pratos do dia. Também pode experimentar uma generosa carta de refeições ligeiras, como deliciosos wraps, hamburgures no prato, paninis, bruchettas ou a leve e deliciosa “Francesinha Verdemaçã”.

No Verdemaçã-café, poderá ainda experimentar algumas referências da pastelaria conventual, integralmente confeccionadas com produtos de primeira qualidade, bem como outras delícias, onde se destaca a "Tarte d'avó", uma receita de tarte de maçã de origem familiar, cuja qualidade não deixará ninguém indiferente.

Num ambiente descontraído e bem disposto, onde a música é tratada com o carinho que merece, a nossa carta de cocktails também convida a passar um serão com os amigos ou em família.

A casa dos Corte-Reais

O Verdemaçã – Café ocupa parte do rés-do-chão da Casa dos Corte-Reais, palácio situado na convergência da Rua Direita com a Praça Velha.

Mandado construir em 1815 por Aniceto António dos Santos, um rico comerciante e tesoureiro da Bula da Cruzada nos Açores, em 1828 este edifício foi-lhe requisitado para residência do Conde Vila-Flor, destacado em missão política na Terceira, como 11º Capitão General dos Açores. No fim do Séc. XIX, o imóvel passa para a posse de João Carlos da Silva e em 1903 para o filho deste, Visconde de Agualva, que nela habitou durante a sua vida, sendo, hoje, propriedade dos herdeiros deste.

Através da Resolução nº41/80 de 11 de Junho este Palácio foi classificado como Imóvel de Interesse Público Regional.

A casa dos Corte-Reais

O Verdemaçã – Café ocupa parte do rés-do-chão da Casa dos Corte-Reais, palácio situado na convergência da Rua Direita com a Praça Velha.

Mandado construir em 1815 por Aniceto António dos Santos, um rico comerciante e tesoureiro da Bula da Cruzada nos Açores, em 1828 este edifício foi-lhe requisitado para residência do Conde Vila-Flor, destacado em missão política na Terceira, como 11º Capitão General dos Açores. No fim do Séc. XIX, o imóvel passa para a posse de João Carlos da Silva e em 1903 para o filho deste, Visconde de Agualva, que nela habitou durante a sua vida, sendo, hoje, propriedade dos herdeiros deste.

Através da Resolução nº41/80 de 11 de Junho este Palácio foi classificado como Imóvel de Interesse Público Regional.

A cidade

O Verdemaçã – Café situa-se bem no coração de Angra do Heroísmo, cidade localizada na costa sul da ilha Terceira, com cerca de 20 000 habitantes na sua área urbana. A riqueza da sua história e património edificado levou a que a Zona Central de Angra do Heroísmo fosse classificada como Património Mundial pela UNESCO a 7 de Dezembro de 1983.

Angra do heroísmo foi planeada e edificada de acordo com os princípios do urbanismo do Renascimento, com ruas abertas obedecendo a um plano ortogonal, organizadas por funções, de acordo com as necessidades do porto que, ao tempo, crescia com rapidez. Em 1534, ainda no contexto dos Descobrimentos, Angra do Heroísmo foi a primeira vila do arquipélago a ser elevada à condição de cidade. As razões para o rápido progresso desta cidade deveram-se à importância do seu porto como escala da chamada Carreira da Índia, centrado na prestação de serviços de reabastecimento e reaparelhamento das embarcações carregadas de mercadorias e de valores. Posteriormente, no contexto da Dinastia Filipina, a estes vieram juntar-se os galeões espanhóis carregados de ouro e prata, oriundos das Índias Ocidentais, numa rota que se estendia de Cartagena das Índias, passava por Porto Rico, por Angra, e alcançava Sevilha. Para apoiar essas fainas, foram implantados os primeiros estaleiros navais, na Prainha e no Porto das Pipas, e as fortificações que fecham a baía: o chamado Castelo de São Sebastião e o de São João Baptista.

Angra do Heroísmo teve um papel muito importante na história de Portugal, durante a Crise de sucessão de 1580, quando resistiu ao domínio de Castela, apoiando António I de Portugal que aqui estabeleceu o seu governo, de 5 de Agosto de 1580 a 6 de Agosto de 1582. O modo como expulsou os espanhóis entrincheirados na fortaleza do Monte Brasil em 1641 valeu-lhe o título de "Sempre leal cidade", outorgado por João IV de Portugal.

A riqueza de Angra do Heroísmo está bem patente no seu património edificado, estendendo-se pela cidade um conjunto de casas senhoriais, palacetes, fortes e igrejas, cujo expoente máximo é a Sé Catedral, construída no século XVI. A centralidade e beleza da Praça Velha, será um excelente ponto de partida para a descoberta desse excepcional Património. Angra do Heroísmo prima igualmente pelos seus espaços naturais, como o central Jardim Duque de Terceira, ou o agradável e amplo Parque Municipal do Relvão. Já o Parque Arqueológico Subaquático da Baía de Angra do Heroísmo, constitui um autêntico museu subaquático, com testemunhos e vestígios que comprovam a importância estratégica desta cidade ao longo dos tempos.

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Contacto e horário

  • Rua Direita nº 111 - 113
    9700-066 Angra do Heroísmo

  • +351 295 218 294 / +351 966 967 117

  • contacto@verdemaca.pt

  • Seg a Qui : 08h00 - 21h
    Sex a Sáb : 08h00 - 00h